“Uma alegre reunião de talento e competência”

Formada em 1991, por iniciativa do clarinetista, saxofonista, compositor e arranjador – Nailor Azevedo, o Proveta – e integrada por outros músicos que sempre estiveram muito próximos a ele, a BANDA MANTIQUEIRA percorre um caminho muito difícil no nosso cenário musical. No Brasil, sabe-se que o espaço para a música instrumental é ínfimo. Mas, mesmo assim, graças ao talento e a competência desses músicos, conseguiu sobreviver ao longo desses 13 anos ganhando, cada vez mais,  o reconhecimento e o respeito do público e da crítica, nacional e internacional.

Para formá-la, Proveta buscou por músicos que também ansiavam por uma linguagem que expressasse a brasilidade na forma de interpretar nossa música.

Do universo dos compositores de música popular brasileira, selecionou peças de alguns dos mais notáveis – Pixinguinha, Tom Jobim, Jacob do Bandolim, Cartola, Nelson Cavaquinho, Ernesto Nazareth, João Bosco, Guinga, Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Joyce, entre outros . Juntou a esse repertório composições suas e de Edson Alves e, brilhantemente, arranjou-as para a formação de big-band . Embora conte com excelentes solistas, valorizou mais o conjunto do que a individualidade.

A BANDA MANTIQUEIRA começou tocando em bares. Primeiro, em temporada de alguns meses, no saudoso Sanja, templo musical por onde passou a nata dos instrumentistas de São Paulo. Depois, lotou por quatro anos, todas as segundas-feiras, o Vou Vivendo, também um local de boa música. Desde março de 1997, apresenta-se no Supremo Musical, todas as terças-feiras, sempre com casa lotada.

Registra, ainda, apresentações em diversas unidades do Sesc-São Paulo; no Kaiser Bock Winter Festival, em 1997, tendo como convidados a cantora Gal Costa e os cantores Guinga e Sergio Santos; em Lisboa – Portugal, na Expo-98 e na Cidade do Porto, no Palácio do Jardim de Cristal; no Free Jazz Festival – Edição 1998, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

A convite do Maestro John Neschling, fez quatro concertos com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, na Sala São Paulo, em dezembro de 2000.

Em turnê nos Estados Unidos, em outubro de 2002, apresentou-se com a OSESP em Costa Mesa, na Califórnia e em Ann Arbor, em Michigan. Na mesma turnê, isoladamente, tocou no Festival de Jazz de San Francisco, Califórnia e na Northwestern University, em Evanston, Illinois, e fez por merecer elogiosas críticas publicadas no The Los Angeles Times e no Chicago Tribune.

Como convidada do Maestro Yeruhan Scharovsky, apresentou-se, em junho de 2003, em concerto com a Orquestra Sinfônica Brasileira, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Gravou 3 CDs: Aldeia  (1996) e Bixiga (2000) ambos pelo selo Pau Brasil e com a Osesp o concerto apresentado na Sala São Paulo, em dezembro de 2000.

O CD Aldeia foi nominado ao Grammy, em 1998.

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